Mostrar mensagens com a etiqueta Liga Europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Liga Europa. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, março 16, 2012

Um pouco de história ... para quem tem memória curta

Quero abrir este texto dizendo que estou satisfeito com o feito do Sporting. Eliminou o Man. City e segue em frente na Liga Europa. Ouso acrescentar que também estou satisfeito com o feito do Benfica. Eliminou o Zenit e segue em frente na Liga dos Campeões.

Curiosamente, e para gáudio de algumas pessoas, particularmente os adeptos encarnados, as duas equipas que tombaram nas mãos dos portugueses foram as mesmas equipas que fizeram tombar o FC Porto nas competições europeias. O Zenit faz o FC Porto cair na Liga dos Campeões e o Man. City faz o FC Porto cair na Liga Europa.

Ora este é o motivo deste texto.

Na rede social mais utilizada, o Facebook, tive de ver uns tristes comentários alusivos a este tema. Os comentários não eram de satisfação pela passgam dos clubes de Lisboa, eram de satisfação pelo FC Porto ter ficado de fora. O ponto de encontro nos vários comentários era a alusão ao facto do FC Porto não estar em competição porque ... não comprava os árbitros ... a fruta era diferente ... etc.

Para os que têm memória curta, para aqueles que não querem ter memória, para os que não sabem ver futebol, para todos os idiotas que ficam mais felizes com a desgraça do FC Porto do que com as vitórias da sua equipa ou de outras equipas portuguesas, eis um pouco de história.

Liga dos Campeões:
1986/87: Futre inspira FC Porto
FC Porto 2-1 FC Bayern München
Em 1986/87, era preciso recuar 25 anos até uma vitória portuguesa na Taça dos Clubes Campeões Europeus. Mas eis que surgiu o FC Porto no panorama internacional, surpreendendo o FC Bayern München na final, por 2-1. A equipa dirigida por Artur Jorge reagiu ao golo inaugural do adversário, apontado aos 26 minutos por Ludwig Kogl, conseguindo dominar o "gigante" bávaro. No entanto, até ao momento em que se começou a desenhar essa brilhante segunda parte protagonizada pelo conjunto portista, quase ninguém ousava apostar na vitória do FC Porto.

2003/04: FC Porto volta a surpreender
AS Monaco FC 0-3 FC Porto
O FC Porto deu a melhor sequência ao triunfo na Taça UEFA de 2003 ao vencer a UEFA Champions League em 2004, com um triunfo por 3-0 frente ao AS Monaco FC, em Gelsenkirchen. A disciplinada equipa de José Mourinho teve no "playmaker" Deco o seu principal dinamizador e, tal como acontecera em 1987, os portistas voltaram a surpreender a Europa.

Liga Europa:
2002/03: FC Porto de Mourinho inicia epopeia
Celtic 2-3 FC Porto
A Taça UEFA de 2002/03 colocou em confronto duas das melhores equipas da Europa e dois dos mais jovens e talentosos treinadores: José Mourinho pelo lado do FC Porto e Martin O'Neill pelo Celtic FC. No entanto, foi o técnico português quem levou a melhor, com o "special one" a afirmar-se na Europa com um triunfo emocionante, no prolongamento, em Sevilha. Foi uma final emotiva, entre duas das equipas mais empolgantes da prova. Henrik Larsson terminou a competição com 11 golos, menos um que Derlei, do FC Porto, cujo golo da vitória foi o primeiro a decidir a atribuição da Taça UEFA através do "golo de prata".

2010/11: Porto voa nas asas de Falcao
Porto 1-0 Braga
O Sp. Braga defrontou seis equipas com troféus europeus na caminhada até à final de 2010/11, mas o gigante FC Porto mostrou-se intransponível, repelindo os golpes dos "guerreiros do Minho", antes de Falcao aplicar o golpe de misericórdia. Tal como aconteceu na primeira edição da UEFA Europa League, uma equipa na qual poucos apostariam foi afastando adversários muito mais conceituados, antes de cair na final aos pés de um dos gigantes do futebol europeu. Viriam a ser boas notícias para o FC Porto, o "Golias" que repeliu os golpes que o Sp. Braga tentava aplicar, antes de Radamel Falcao derrubar os "guerreiros do Minho".

Supertaça Europeia:
1987: Sousa dá vitória ao FC Porto
AFC Ajax 0-1 FC Porto
FC Porto 1-0 AFC Ajax
(Porto vence 2-0 no total)

A SuperTaça Europeia foi disputada pela primeira vez nos moldes actuais em 1986, com a final a ser disputada num único jogo no Stade Louis II, no Mónaco. Isto não impediu que, em 1987, a competição voltasse a ser disputada em duas mãos.
O FC Porto chegou a este jogo com o estatuto de campeão europeu, depois de ter batido o FC Bayern München, por 2-1, no Estádio do Prater, em Viena. Do outro lado estava o AFC Ajax, uma equipa com muita experiência de grandes finais e que tinha vencido a primeira edição da prova, em 1973.

Aquilo que tenho a dizer aos tristes que fazem os comentários que fazem é: não sei se haverá assim tanto dinheiro para se comprar tantos árbitros, ou se a quantidade de fruta para exportar tem assim tanta qualidade, mas que os titulos estão aí, para verem e terem dor de cotovelo, isso estão.

Atenção. Não são alegrias por ter eliminido equipas. São alegrias por ter conquistado o titulo. Por ter chegado ao final da prova e ter vencido. Também não é por ter chegado apenas ao final. É por ter chegado ao final e vencer.

Tenho apenas 35 anos e nesses anos tive todas estas alegrias (fora de muros).

Quantos adeptos dos clubes de Lisboa, de qualquer outro clube português, raios, da maior parte dos clubes do mundo, consegue dizer que teve tantas alegrias como eu.

Continuem a ficar felizes com as vitórias sobre as equipas que derrotaram o FC Porto. Isso realmente só mostra que somos grandes e uma referência.

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Man City - FC Porto, 4-0

O FC Porto foi eliminado nos 16 avos-de-final da Liga Europa. A missão era muito complicada depois da derrota no Dragão (1-2) e o duplo erro de Otamendi na primeira jogada ainda complicou mais. A sagacidade de Agüero valeu o golo mais rápido esta temporada na competição e praticamente atirou o campeão nacional e da prova ao tapete, a frio. O City entregou a bola aos dragões, esperou pelo rival no seu meio-campo e foi controlando os tempos, conseguindo mesmo assim algumas ocasiões para acabar de vez com a eliminatória, sempre em transições rápidas e com o genro de Maradona como referência. O que os ingleses perdoaram no primeiro tempo não perdoariam no segundo e chegaram ao 4-0 final. (in MaisFutebol)
Não tenho vontade de comentar este jogo. A missão do FC Porto era dificil, a palavra impossivel também se poderia colocar neste texto, ou tal como dizia um amigo ... "deviamos ter contratado o Tom Cruise".

Verdadeiramente impossivel ficou depois do erro de Otamendi logo aos 19 segundos de jogo.

Mas o FC Porto, tal como grande equipa que é, não baixou os braços e foi para cima do City. Literalmente para cima dos ingleses, que mais se pareciam italianos, tal a forma como abordaram o jogo. Ir para cima não significa marcar golos e foi aqui que esteve a diferença.

Perder é sempre dificil, especialmente para nós, adeptos que estamos habituados às vitórias, neste e noutros palcos. Perder por uma diferença de 4 golos é ainda mais dificil. Uma diferença que não espelha em nada o que foi o jogo. Quem não viu pode dizer que o City é grande equipa e que goleou o FC Porto. Quem viu só pode dizer que o FC Porto não merecia. O futebol, como qualquer desporto, nunca é para quem merece, é para quem marca. Vitórias morais não contam.

«O resultado é uma mentira, eles fizeram quatro golos a partir do momento em que nos ressentimos do 2-0. Com a lesão e a expulsão desorganizámo-nos e eles aproveitaram bem. Acabaram por golear, num jogo em que nem sequer mereciam ganhar.» (Vitor Pereira in MaisFutebol)
 «Foi uma noite boa para nós, mas nada fácil. O Porto é uma das melhores equipas da Europa e jogou muito bem. Talvez 4-0 seja exagerado. Marcarmos cedo foi importante, porque depois disso o Porto jogou muito bem e mostrou que é uma equipa forte. Teve muita posse de bola, e não é fácil jogar contra equipas com esse estilo. Tivemos algumas ocasiões que não convertemos e quando isso acontece podemos enfrentar alguns problemas» (Mancini in MaisFutebol)
Está na altura de lamber feridas e de olhar em frente. Acabada que está esta competição é altura de olhar em frente e seguir caminho. O campeonato está a um passo de distância. Dar este passo em condições é de vital importância. Não há margem para erros. Aprendam isso e sigam em frente.

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

FC Porto - Man. City, 1-2

A crueldade estampada na face de uma fortuna. Milionário abusador, injusto, sem ponta de misericórdia. Dono e senhor do seu planeta imaginário, o ManCity rumou a sul e deu um toque iconoclasta à realidade do F.C. Porto. Chegou a este pedaço de Europa a empunhar um maço interminável de notas e ar de frete. Vinha determinado a decalcar o ultimato inglês e a viagem não foi inútil, não senhor. O desdenho com que olhou o detentor da Liga Europa surtiu o efeito planeado por Roberto Mancini. (in MaisFutebol)
Quando será que esta equipa consegue fazer duas partes iguais? Quando o FC Porto joga não é de um jogo que se trata, mas de duas partes, completamente distintas, e que por isso merecem duas formas de serem abordadas. Foi assim no fim de semana, frente ao Leiria, foi assim ontem, frente ao City.
 
Quem viu apenas a primeira parte, e num cenário completamente surrealista não via um jogo do FC Porto desde a época passada, pensava que a equipa que deslumbrava o ano passado não tinha mudado nada.
Com uma pressão muito alta, um controlo completo do meio campo, o FC Porto dominou o City e chegava ao intervalo em vantagem. Uma vantagem completamente merecedora, que até podia ser maior se a grande penalidade sobre Hulk tivesse sido marcada.
 
Depois veio o intervalo. OMG mas porque é que os jogos têm de ter intervalo?
 
O City vem mais afoito para a segunda parte. O FC Porto menos pressionante. Dois minutos. Apenas dois minutos são necessários para cavar um fosso de onde não mais se saiu. Alvaro comete falta e leva cartão amarelo (de fora no próximo encontro) e depois mete a bola no fundo da baliza de Helton num lance com Bolatelli.
A partir de aqui o FC Porto nunca mais foi a equipa que tinha sido e, quem viu os jogos deste FC Porto durante esta época, percebe que tem de ter saudade da equipa que viu na primeira parte.
Até o segundo golo do City tem origem numa bola perdida no meio campo de uma forma completamente estúpida.
 
A eliminatória está perdida. Ainda não. Mas se já era dificil agora está ainda mais dificil.
 
«Para se jogar contra o Man. City é preciso pressionar como fizemos na primeira parte e circular a bola com qualidade. Mas contra uma equipa muito técnica e muito física temos de jogar quase na perfeição. Na primeira parte conseguimos anular o jogo deles, conseguimos um golo e podíamos ter feito o segundo. O City entra melhor na segunda parte à procura do melhor resultado, nós não conseguimos sair a jogar nesse período e o City acaba por chegar ao golo do empate daquela forma. Quando cometemos erros, este tipo de equipas aproveitam. Com 1-1 eles voltaram a baixar linhas e tiveram o jogo como eles gostam: linhas baixas e dificuldades para nós entrarmos nas linhas deles. Em transição ofensiva acabamos por sofrer, numa perda de bola. Muito do que não fizemos na segunda parte é mérito do adversário.» (Vitor Pereira in MaisFutebol)
 
 

quinta-feira, maio 19, 2011

Liga Europa


«Viena, Sevilha, Gelsenkirchen, Dublin. A Europa pode ter outros amantes, mas reserva uma atenção especial ao F.C. Porto. De cidade em cidade, qual peregrino imbuído da mais sagrada das convicções, os dragões somam conquistas, espalham temor e recolhem respeito. A Liga Europa acaba nas mãos certas, nas mais hábeis e venturosas.»

(in MaisFutebol)

E é assim, de alegria em alegria, que vive um adepto do FC Porto.

quarta-feira, março 16, 2011

Fala AVB ...

André Villas Boas fez hoje a antevisão ao jogo da próxima quinta-feira frente ao CSKA. A equipa portista está na frente da eliminatória, fruto do golo marcado em Moscovo, mas o treinador do FC Porto rejeita qualquer tipo de favoritismo.

O CSKA?
«É preciso fazer uma constatação real do que é o CSKA. É uma equipa de top mundial, com jogadores pagos a peso de ouro. É uma equipa competitiva que tem sonho de ganhar competições e já venceu esta. É uma grande equipa europeia e as grandes equipas europeias ganham em qualquer campo»
A vantagem na eliminatória?
«É um jogo extremamente perigoso. Um golo do CSKA cria um estado de ansiedade importante. É preciso que os adeptos apoiem a equipa e não mostrem eles a ansiedade. Esta equipa tem o percurso que tem porque os jogadores são especiais. Deixando que a equipa faça o trabalho normalmente, em princípio, passamos. Gerar ansiedade é que não. Espero que encham o estádio porque esta equipa merece e haja empatia total entre todos para passar um dos adversários mais difíceis da Liga Europa»
CSKA e os resultados no Dragão?
«É um pormenor que revela a força do CSKA. É uma equipa extremamente competitiva. Ainda não perdeu neste estádio. Mas amanhã [quinta-feira], o empate não lhes serve e têm que ir à procura do golo»
O FC Porto e as derrotas no Dragão?
«Contra o Benfica não jogámos bem. Contra o Nacional e o Sevilha fomos dominadores e acabámos por perder. Normalmente bastam três ou quatro remates para ganhar e nesses fizemos mais de vinte e perdemos»
Favoritismo nas casas de apostas?
«Por nós, morre à nascença. Se formos eliminados, deixámos de ser favoritos. Para sermos uma realidade em termos de apostas temos de continuar a ganhar. Temos de ganhar amanhã e depois consecutivamente. Dá-nos igual a previsão que fazem»
E a seguir? Que equipa deseja?
«O Leverkusen também tem o jogo que tem com o Villareal e pode seguir em frente. O Manchester City a mesma coisa. Há grandes equipas europeias nos oitavos-de-final. Temos de respeitar isso e vamos passo a passo»
E internamente? O campeonato está ganho?
«O título será ganho quando matematicamente o atingirmos. Até lá, não há festejos. Ainda falta o Benfica-F.C. Porto. Temos de ganhar à Académica, porque se não vencermos vamos à Luz com uma diferença que não queremos. Se desistiram e apostam na Liga Europa que o demonstrem no onze que vai jogar contra o F.C. Porto. O campeonato ainda não fechou. Em Espanha também já fechou e voltou a abrir outra vez. É a diversão do abre e fecha...»
Que pensa do percurso da equipa?
«Estamos orgulhosos do nosso percurso, mas facilmente ele se torna negativo se não ganharmos nenhuma competição. Do sonho rapidamente se passa ao pesadelo, por isso há que adicionar troféus»
E o seu percurso como treinador?
«O meu passado é a observação, mas não sou um obcecado. Esse é um rótulo que se cola. Como venho daí pensam que trabalho os adversários até à exaustão, o que não é verdade. Tenho o privilegio de trabalhar com jogadores acima da média, que me dão garantias. Trabalho os adversários como qualquer outro treinador»
O jogo será, tal como dito, na quinta-feira, no estádio do Dragão às 20h05.

sexta-feira, março 11, 2011

CSKA Moscovo - FC Porto, 0-1

«Um golaço de Guarín, aos 70 minutos, permitiu ao F.C. Porto cumprir a tradição de ser feliz em Moscovo. A terceira vitória sobre o CSKA em outras tantas visitas foi expressão de uma exibição em crescendo, que foi do sofrimento pronunciado, nos primeiros 25 minutos, ao controlo absoluto na última meia hora. A vantagem conquistada para o Dragão é importante e merecida, mas ainda não resolve a eliminatória, frente a uma equipa russa com individualidades de primeiro plano.»
(in MaisFutebol)

Numa primeira parte muito sofrida, onde o CSKA aproveitou ao máximo os seus dois avançados e a excelente colocação das bolas nas costas dos defesas portistas, aliado ao desacerto dessa mesma defesa, passou-se ao controlo do meio campo e ao acerto da defesa aniquilando por completo o CSKA, melhoria culminada com o excelente golo de Guarin.
É esta a análise fria e curta ao jogo de ontem.

O FC Porto coloca um pé nos quartos de final da competição. O jogo em casa não vai ser fácil mas o conjunto azul e branco tem todas as condições para seguir em frente na competição.

«A vitória foi muito importante para o sonho de passar à fase seguinte, mas temos de ganhar em casa para continuar em frente. Tivemos uma vitória, precisamos de mais uma.»
(André Villas Boas in maisFutebol)

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

FC Porto - Sevilha, 0-1

«A história do futebol escreve-se com linhas dignas de uma montanha russa. O F.C. Porto apurou-se com sofrimento, aguentou o rombo em noventa minutos de grande nível, tempo suficiente para construir uma goleada. Perdeu (0-1). Apurou-se.»
(in MaisFutebol)

A derrota de ontem não condiciona a passagem aos oitavos de final da competição, mas nem esse facto condiciona o péssimo sabor que fica na boca, o sabor da derrota quando não se merece.

Em condições normais o FC Porto tinha conseguido levar de vencida este Sevilha, que se apresentou afoito mas que raramente teve argumentos para a equipa azul e branca.

Ontem não era um dia normal, e tal como já disse muitas vezes (utilizando uma expressão que não é minha), ontem podia ficar-se a noite toda a jogar que não se conseguia marcar.

Tantas vezes no futebol, e noutros desportos, se diz que "quem não marca sofre" e ontem foi também um desses dias. E quem sofre arrisca-se a perder, e também aí ontem foi um desses dias.

Não estava destinado. Não estava destinado o FC Porto marcar, mas também não estava destino ficar fora da competição. E assim, averbando a primeira derrota na competição, o FC Porto passou aos oitavos de final onde agora nos espera o CSKA.

«Temos um grande espírito para aguentar uma vantagem do Sevilha, com grande concentração para manter a disciplina. Tivemos grandes oportunidades que não conseguimos concretizar. Estivemos à procura do golo desesperadamente mas, na cara do golo, nunca conseguimos concretizar. O mais importante é que conseguimos passar à outra fase».

(André Villas Boas in MaisFutebol)


Segue-se o jogo frente ao Olhanense, no sábado, que eu vou ver :) mas isso é assunto para outro post.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

Fala AVB ...

O treinador do FC Porto fez hoje a antevisão ao encontro de amanhã, a contar para a segunda mão da Liga Europa, frente ao Sevilha, no estádio do Dragão.

O que espera do Sevilha?
«Podemos encontrar dois tipos de Sevilha: uma equipa que quer chegar ao golo rápido e corre riscos ou uma equipa que mantém a serenidade e espreita as oportunidades. Esta mensagem de um Sevilha ultra-motivado não é nova. Fizeram o mesmo na eliminatória da Taça do Rei com o Real Madrid. Temos de estar atentos porque são jogadores que se querem transcender. Resta-lhes pouco, esta é, parece-me, a ultima oportunidade deles»

Porquê o jogo às 17h?
«A hora é decidida pela UEFA. Condiciona, parece-me claro, não sei se vamos ter o estádio cheio e para nós é fundamental o apoio a cem por cento. As claques têm sido fundamentais e esperemos amanhã encontrar esse tipo de ambiente para nos ajudar a seguir em frente»

O que podemos esperar do Falcao?
«Não é novidade para ninguém que o jogador está a treinar integrado com o grupo há algum tempo, mas a importância da lesão levava a alguns cuidados. Enquanto ele não se sentisse confiante, fomos respeitando a sua opinião. Foi uma lesão destas que agravou uma das grandes lesões da sua carreira, no outro joelho. A equipa teve um rendimento global espectacular durante este período e o Falcao é mais um jogador numa convocatória de 18 e tem grandes possibilidades de regressar»
E o benfica?
«Penso que foi um jogo conseguido e uma vitória clara e justa do Benfica. Não é a primeira vez que declarações desse tipo acontecem. Nós vamos aguentando. Foi o mesmo treinador que disse que havia dois lugares para três equipas na Champions e a dele ficou de fora e por pouco não ficava também desta competição. As suas palavras pouco impacto têm para nós»

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Sevilha - FC Porto, 1-2

«O F.C. Porto garantiu triunfo importantíssimo em Sevilha (1-2). Rolando foi imperial na defesa e inaugurou o marcador. Cristian Rodriguez e Guarín saltaram do banco para construir o segundo golo dos dragões.
A formação andaluz, que anulara a primeira desvantagem e estivera perto da reviravolta, saiu de braços caídos. Excelente desempenho europeu dos azuis e brancos.»
(in MaisFutebol)

E é assim, bem devagarinho, que se vai construindo uma boa época.

A vitória de ontem, frente ao Sevilha, permitiu que o FC Porto desse mais um passo seguro na Liga Europa, estando agora nas mãos dos portistas (jogo no Dragão na próxima quinta-feira) a passagem da eliminatória.

O jogo ainda teve os seus altos e baixos, mas tal como se tem vindo a notar, a equipa do FC Porto não se deixa influenciar pelos momentos menos conseguidos e, quando tem de ser, solta o dragão e "mata" o jogo.

Não devia falar disto para não dar azar, mas que se lixe. É curioso o facto do FC Porto ainda não ter perdido nas duas maiores competições em que participa. Será que isto é um bom prenúncio? Esperemos que sim.

«Esta eliminatória ainda pode ir para muitos sentidos. O F.C. Porto tem de se manter competente. O primeiro golo veio num bom momento para nós. O Sevilha chegou ao empate e pode-se dizer que seria um bom resultado, o resultado mais justo aqui. De qualquer forma, o F.C. Porto conseguiu ser eficaz em contra-ataque e fazer o 1-2. Será um jogo diferente no Dragão, com um ambiente forte. Queremos tomar a iniciativa, ao contrário do que aconteceu aqui. Queremos dedicar esta vitória a um pessoa do plantel, o Emídio Rafael, e a outra que é muito especial para nós: Lourenço, o trompetista.»
(Villas Boas in MaisFutebol)

P.S. Não sei porque é que o Falcao não jogou mas espero que a paragem da equipa neste fim de semana para as competições internas seja tempo suficiente para o jogador ganhar o ritmo de jogo. Nota-se uma ausência muito grande de um ponta de lança no centro do tridente atacante do FC Porto.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Fala AVB ...

Na antevisão ao jogo da primeira-mão dos 16-avos-de-final, realizada ao final da tarde desta quarta-feira, no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán, o técnico dos Dragões deixou em aberto as utilizações de Falcao e Alvaro Pereira e referiu-se ao desafio como um espectáculo ao nível da Champions, por se tratarem de dois clubes muito fortes na Europa.


A partida realiza-se já amanhã [quinta-feira], às 21h05 locais (20h05 em Portugal Continental), no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán, em Sevilha.

Conclusões finais só após o treino
«Ainda falta um treino importante para sentir os atletas. Vamos tirar as conclusões finais e logo veremos [referindo-se à possibilidade de utilizar Falcao e Alvaro].»

Atentos a um eventual grito de revolta
«É um jogo mais importante para o adversário, pois quer dar a volta à situação actual. Mudaram um pouco a atitude e querem dar um grito de revolta. Não é a primeira vez que encontramos equipas com estes sentimentos. O Sevilha é forte e esperamos máximas dificuldades.»

Equipa sempre muito competitiva
«Não me cabe dizer o que pode salvar a temporada do Sevilha, mas o que é certo é que se trata de uma equipa sempre muito competitiva, com um historial rico, e que pode causar problemas.»

Partida ao nível da Champions
«O sentimento é que esta é uma partida de Champions. São duas equipas muito fortes na Europa e esperemos que seja um bom jogo.»

Ansiosos por ter o grupo completo
«Falta-nos o Rafa, cuja lesão aconteceu numa altura crucial. Quantos mais jogadores disponíveis, melhor; isso confere-nos a oportunidade de escolhermos um onze mais forte. Estamos satisfeitos pelos que já recuperaram e ansiamos agora pelo regresso dele.»

SC Braga não serve de referência
«Não me parece que a eliminatória entre Sevilha e SC Braga possa servir de referência, uma vez que a equipa e o treinador eram diferentes. As qualidades individuais estão lá, mas o colectivo é outro.»

Boa organização e estrutura
«As coisas não estão como queriam no campeonato, mas a organização e a estrutura são boas. Temos de esperar pelo final para valorar o trabalho do Sevilha.»


Sem grandes alterações em mente
«Normalmente, quem quer transcender-se, pode cometer erros. O FC Porto tem uma estrutura em que acredita e que tem aparecido em grande parte dos jogos. Não quer dizer que não venha a acontecer, até porque a eliminatória é decidida a duas mãos, mas confiamos na nossa organização e não prevejo grandes alterações.»


Favoritismo apenas serve para enganar
«Não me parece importante definir o papel de favorito. É algo para nos deixarmos enganar. Somos os dois fortes.»


Sevilha vale muito
«Conhecíamos melhor a equipa com o Romaric e o Zokora. Em Santander [na jornada mais recente da Liga Espanhola], jogaram o Medel e o Rakitic, que oferecem outra dinâmica; não sei se vão estar presentes, mas, a acontecer, trazem alguma imprevisibilidade. Os atacantes também, pois complementam-se muito; além disso, têm uma série de jogadores experientes. O Sevilha vale muito e estou certo de que, quando se reencontrar, entrará num percurso que o levará a outros lugares.»

Motivação é continuar a ganhar
«Nós, que estivemos na estrutura, sentimos a importância do momento, e os jogadores também o sentem [referindo-se à conquista da Taça UEFA, em 2003, em Sevilha]. É importante, naturalmente, mas a nossa motivação não é construída à volta desse facto. A nossa motivação é a vontade de continuar a ganhar. Foi um sorteio difícil e só um FC Porto superior passará esta eliminatória.»

(in site FC Porto)

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Rapid - FC Porto, 1-3

«O F.C. Porto garantiu o primeiro lugar do Grupo L da Liga Europa, ao vencer no reduto do Rapid de Viena (1-3). No regresso ao Estádio Ernst Happel, com os campeões europeus de 1987 nas bancadas, foi Falcao a voar mais alto, garantindo uma reviravolta à imagem daquela final, então frente ao poderoso Bayern de Munique.»
(in MaisFutebol)

Não vi :(

Apenas fui ouvindo o relato no rádio e mesmo assim de forma muito intermitente, pelo que não posso fazer qualquer tipo de análise nem de comentário. Já vi os golos e segundo aquilo que fui ouvindo o FC Porto foi superior ao Rapid e mereceu a vitória.

No rádio, no final do jogo, diziam que o Rapid tinha feito 2 remates na direcção da baliza e que o FC Porto tinha feito 11. Dizia o jornalista "por estes números se vê a superioridade do FC Porto" ... se ele diz é porque é verdade.

Para a estatistica e para as contas fica mais uma vitória na época, mantendo-se assim o FC Porto como a única equipa, na Europa, que ainda não perdeu. Fica mais uma vitória num estádio que deu uma enorme alegria à massa adepta do FC Porto, corria o ano de 1987.  Fica garantido o primeiro lugar no grupo.

E sendo assim ... "siga a marinha, que para a frente é que é caminho".

«É um dia histórico pela exibição, pelo resultado e pelo significado que tem este estádio para nós. É uma exibição para nunca mais esquecer. A equipa jogou no limite do risco físico, mas o grande desempenho e capacidade de concentração ajudou a evitar lesões. Com a neve que caiu fazer a exibição que fizemos não pode haver criticismos. Hoje não é um dia para criticar, é um dia para louvar.»

(André Villas Boas in MaisFutebol)

 

quinta-feira, novembro 04, 2010

FC Porto - Besiktas, 1-1

O apuramento está conseguido, o primeiro lugar ainda não. É nesta situação que o FC Porto fica após o empate desta noite. Tudo o resto, nomeadamente o jogo frente ao Benfica no domingo, são apenas páginas em branco.

O FC Porto jogou o suficiente para ter levado de vantagem o Besiktas. A verdade é que a expulsão do Rodriguez, diga-se que muito infantil, enervou o FC Porto e teve o dom de fazer crescer o Besiktas. Aliás o golo dos turcos foi o expoente dessa subida de rendimento.

Depois, com o retorno à igualdade numérica, as duas equipas aguardavam pelo erro e ambas podiam ter chegado à vantagem, não se sabendo se o FC Porto não devia mesmo ter conseguido essa vantagem com o "golo" do Ruben Micael. Aceita-se a decisão do árbitro, assim como se aceita a devisão no lance da grande penalidade.

Tal como disse, o apuramento está conseguido. Esse era o principal objectivo desta noite. O ficar em primeiro lugar do grupo ainda pode ser conseguido, não impedido nada durante estes próximos jogos da Liga Europa que a gestão não posso ser feita, virando as baterias um pouco para a competição interna.

Não tenham ilusões. Não ganhar hoje não tira motivação ao FC Porto para o jogo de domingo. Parece-me que mais desiludidos terão ficado os benfiquistas com aquela vitória magra de terça-feira. A estatistica da época ainda continua a indicar um FC Porto sem derrotas ao fim de 17 jogos.

«Quando houve igualdade numérica tivemos sempre o controlo do jogo. O Besiktas ameaçava de longa distancia e de bola parada. Acabamos por não conseguir chegar à vitoria, apesar de termos tido grandes, grandes ocasiões para marcar. Não vencemos por capricho e por decisão do árbitro.»
(André Villas Boas in MaisFutebol)

quinta-feira, outubro 21, 2010

Besiktas - FC Porto, 1-3

«Inferno congelado pela frieza de um F.C. Porto brilhante, seguro e irrepreensível no aproveitamento ofensivo. União azul e branca perante as adversidades, com dois golos marcados em inferioridade numérica. Um enorme Hulk, a arrancar aplausos dos próprios adeptos do Besiktas, após o tento inaugural de Falcao (1-3). Categoria tremenda da equipa de Villas-Boas, que terminou o jogo com nove elementos.»

(in MaisFutebol)

O jogo de hoje foi um daqueles em que se pode dizer que a vitória foi categórica contra tudo e contra todos.

O FC Porto deu uma valenta mostra da sua categoria e não se deixou intimidar pelo ambiente das bancadas, ao contrário da equipa de arbitragem.

Um jogo de classe, que permitiu também uma vitória de classe, com dois golos em inferioridade numérica.

Assim estamos no bom caminho.

quinta-feira, setembro 30, 2010

CSKA - FC Porto, 0-1

«Uma insuficiência rara neste F.C. Porto para materializar com golos a superioridade apresentada no relvado rendeu a vitória mais magra da época. A formação de Villas-Boas acabou por sofrer, é verdade que sim, sofreu aliás a um nível muito próximo do que tinha feito na Figueira da Foz, e apenas por culpa dele.»
(in MaisFutebol)

Uma primeira parte muito boa não merecia uma segunda parte muito sofrida.

Notava-se que o CSKA não era equipa para o FC Porto. Notava-se que a vitória podia ser fácil e "gorda". Notava-se ... mas acabou por não se notar assim tanto.

O excesso de confiança dos jogadores do FC Porto, aliados a um jogo tão fácil, originaram um final de jogo muito sofrido e valeu a falta de talento dos jogadores do CSKA para que o sofrimento não fosse maior.

A equipa jogou o suficiente para ganhar, e é certo que isso basta para levar os três pontos, mas não havia necessidade disso.

À parte destas coisas, próprias de adeptos portistas que querem sempre mais :), o FC Porto foi, e é, excelente. Décima primeira vitória da época e seis pontos no grupo L.

Segue-se o Guimarães.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Fala AVB ...

André Villas Boas fez a antevisão do encontro frente ao CSKA. O treinador portista acha que o mais importante é manter a qualidade exibicional e isso irá garantir a vitória no jogo de amanhã.

Um passo para o apuramento

«Estabelecemos como objectivo interno conquistar duas vitórias ate à paragem do campeonato. Se triunfarmos aqui, chegamos aos seis pontos, o que nos deixa muito bem colocados face aos jogos que ainda temos para disputar no Dragão, ao mesmo tempo que nos dá margem de manobra para o encontro seguinte, na Turquia.»
Estilos definidos
«Apesar de não estar em primeiro lugar no campeonato búlgaro, o CSKA pode criar-nos problemas, porque tem um jogo agressivo e objectivo. É uma equipa que sabe esperar pelo momento certo para penalizar o adversário. O estilo de jogo do CSKA deve mudar pouco, porque eles jogam no seu terreno. O nosso também se manterá, porque acreditamos nas competências que temos demonstrado. Já sabem qual é a nossa estrutura de jogo: as alterações que temos feito fazem parte de uma lógica de oportunidades, porque há jogadores que demonstram competitividade para entrar na equipa. Se estivermos ao nosso melhor nível, estamos confiantes de que trazemos os três pontos para Portugal.»
Competitividade interna
«Sentimos que os jogadores estão num patamar muito elevado de rendimento. A competitividade interna que existe é louvável, porque nos permite tomar decisões de acordo com os jogos e com aquilo que idealizamos em termos estratégicos. Foi assim com o Olhanense e será assim com o CSKA. Vamos escolher o ‘onze’ ideal para vencer. O calendário é apertado e as oportunidades acabarão por surgir para todos.»
(in site do FC Porto)

quinta-feira, setembro 16, 2010

FC Porto - Rapid, 3-0

«Centímetro a centímetro, este F.C. Porto vai acumulando dimensão dentro do jogo. Esta noite somou a oitava vitória consecutiva, a oitava vitória em oito jogos oficiais, aliás, mantém um registo impecável, portanto, recebe aplausos da bancada e solidifica uma competência colectiva que devolve aos sonhos um tom de azul.»
(in MaisFutebol)

O jogo seria na teoria fácil para o FC Porto. A equipa, com uma enorme solidez, fez o resto e tornou o jogo na prática fácil.

Para que o desejo manifestado na conferência de imprensa não passa-se apenas disso mesmo era necessário arrancar este competição com uma vitória. Foi isso mesmo que aconteceu.

Apesar de, a espaços, a equipa embrulhar-se nos passes nas zonas mais recuadas e em determinadas alturas (fim da primeira parte) se ter esquecido que o adversário também podia levar perigo à sua baliza, o FC Porto mostrou-se sempre regular e consciente do seu objectivo. Marcar e ganhar.

Foi um bom inicio de Liga Europa. Está a ser um excelente inicio de época. É para manter.

«Era importante ganhar hoje, vamos ter jogos fora difíceis e queríamos os três pontos para ajudar a consolidar aquilo que temos feito. Era decisivo ganhar aqui. Temos um número importante de soluções que nos permite fazer alterações durante o jogo e que nos permite surpresas em termos de dinâmica colectiva. Causa surpresas, causa dificuldades, obriga o adversário a estar sempre a ler o que estamos a fazer. É importante e é de salutar ter sempre este número de opções. Agora vamos à Bulgária, é importante conquistar mais três pontos e, não digo tirar o CSKA da corrida, mas deixá-los numa posição menos confortável. Queremos ganhar todo os jogos e depois esperar pelas equipas que vêm da Champions».
(André Villas Boas in MaisFutebol)

quarta-feira, setembro 15, 2010

Fala AVB ...

André Villas Boas fez hoje a antevisão ao jogo de amanhã frente ao Rapid Viena a contar para a Liga Europa.

O treinador do FC Porto falou sobre o adversário, sobre os objectivos da equipa e não teve receio de dizer, mais uma vez, que tem como pretensão ganhar a competição.

O adversário
«É uma equipa que pode causar surpresa porque são equipas que, tal como o Braga, conseguem explorar bem os erros dos adversários, equipas equilibradas e com saídas para o contra-ataque muto agressivas. Podem causar-nos problemas se não conseguirmos manter o rigor»

As individualidades do Rapid
«A nível individual parece-me obvio destacar a capacidade desequilibradora do Hofmann, que tanto pode jogar na ala direita como atrás do ponta de lança. Faltarão dois médios centros, mas as opções que têm são credíveis e até de mais profundidade»

O momento do adversário
«Até pode ser modesto no campeonato, mas foi espectacular na Liga Europa. Eliminaram o Aston Villa fora de casa. O Rapid teve de passar por três eliminatórias, eliminou uma equipa importante fora de casa e pode surpreender quando joga fora.»

O que espera do FC Porto
«É fundamental mantermo-nos concentrados e rigorosos. Vai ter de ser um F.C. Porto paciente, sem se expor de forma muita declarada. Claro que previligiamos o futebol de ataque, mas essa exposição pode levar a calafrios.»

O momento do FC Porto. Pressão?
«A pressão é igual para qualquer competição. Quanto mais acreditamos na nossa competência menos pressão vamos sentir. Temos que nos basear apenas no nosso trabalho e ter a certeza de que somos capazes de manter a regularidade.»

O facto de ainda não ter perdido.
«A derrota vai acontecer mais tarde ou mais cedo. Só equipas predestinadas passam uma época sem perder. Aconteceu com o Arsenal e o Barcelona, mas é um patamar que para nós não é uma obsessão. No ano passado o Benfica foi campeão só com duas derrotas e o Sp. Braga foi segundo com três. São números muito bons. O Real Madrid também bateu o recorde de pontos para um segundo lugar. Não me pareece importante discutir isso agora. É um patamar que acontece muito poucas vezes. Importante é manter uma distância confortável para o segundo lugar»
O calendário do FC Porto
«Vamos ter desafios difíceis, nomeadamente fora de casa. Se algo correr mal, posso já antecipar a crítica. Vão dizer que o F.C. Porto só agora foi posto à prova e está-se a mostrar uma equipa incapaz de ganhar fora»

O objectivo na competição
«Não vamos estar a falar disso em todas as conferências de imprensa. O clube já assumiu o desejo que tem. Qualquer clube entra em qualquer competição para ganhar. Se o Rapid vem para ganhar, porque é que não há-de ser candidato à conquista da Liga Europa também? Temos uma história a defender, mas o nosso compromisso passa pela continuidade das vitórias.»

A lista de convocados para o jogo é a seguinte:
Guarda-redes: Helton e Beto
Defesas: Maicon, Alvaro Pereira, Fucile, Rolando e Otamendi
Médios: Belluschi, João Moutinho, Souza, Fernando, Castro e Rúben Micael
Avançados: Hulk, Falcao, Varela, Cristian Rodríguez e Walter.

O jogo é tal como disse amanhã, às 20h05, no estádio do Dragão e tem transmissão na SIC.

sexta-feira, agosto 27, 2010

O que ditaram as bolinhas

O sorteio da fase de grupos da Liga Europa foi hoje e as bolinhas ditaram que o FC Porto se ia encontrar, no grupo L, com os seguintes opositores:

Grupo L

F.C. PORTO (PORTUGAL)
Besiktas (Turquia)
CSKA Sófia (Bulgária)
Rapid Viena (Áustria)

O FC Porto tem a "obrigação" de passar à fase seguinte. Não só pelo facto de ser cabeça de grupo, mas também pelo facto de ser uma equipa com prestigio nas competições europeias, marcando presença ano após ano na Liga dos Campeões.

O favoritismo é apenas no plano teórico. A equipa tem de, jogos após jogo, mostrar que efectivamente é a melhor do grupo e vencer todos os encontros.

O que não se viu


FC Porto 4-2 Genk

Simão | MySpace Video


FC Porto - Genk, 4-2

quinta-feira, agosto 26, 2010

FC Porto - Genk, 4-2

«Incrível ou «hat-trick» Hulk? Fica a sugestão, aguardando novos episódios da série goleadora do avançado brasileiro. Três golos de bola parada na recepção ao Genk (4-2), confirmando a presença do F.C. Porto na fase de grupos da Liga Europa. Vossen bisou sem equilibrar a eliminatória (7-2 no total). Fernando, mais ofensivo que nunca, completou a cena.»
(in MaisFutebol)

Do jogo apenas o relato pela rádio.

O FC Porto ganhou e passou esta eliminatória. Não faço mais comentários em relação ao encontro.

Uma chamada de atenção para a transmissão em directo no site do FC Porto. Uma experiência para esquecer.

"De momento não é possível. Tente mais tarde"

Se assim é mais vale aceitar menos dinheiro da SportTv e deixar os adeptos verem o jogo.