É usual dizer-se que onde há fumo há fogo.
Foi talvez sobre este ditado popular que a noticia de que a PJ estava na sede do FC Porto há procura de documentos teve um impacto tão grande nas diversas publicações on-line e nas rádios (foi apenas onde tive conhecimento da noticia).
Afinal era apenas fumo. Não mais do que isso ... fumo.
As noticias, tais como as mostradas por mim no post anterior, confirmada pelo "anónimo" como tendo sido retirada do JN e que posteriormente foi alterada, quase tão à pressa como a sua publicação, revelam o modo como muitos jornalistas vivem a sua profissão, que mais do que "noticiar" as noticias, querem quase fabricá-las.
«Em 2004, abrimos um caso contra Luciano D`Onofrio. Ele é suspeito de fraude e branqueamento de capitais. Estivemos no Porto à procura de documentos que possam ser úteis. Também já estivemos a investigar em Lisboa, Madrid, Barcelona, Hamburgo e França. Por agora, ainda não há acusação formal contra Luciano D`Onofrio», explicou Philippe Richard, responsável pela investigação.»
(in MaisFutebol)
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quarta-feira, fevereiro 24, 2010
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Um tiro no pé
« 'Até que ponto é que eu sou um problema resolvido vamos ver. Neste caso, na direcção do JN eu sou um problema resolvido'.»
(Mário Crespo in Correio da Manhã)
Numa altura em que as "novas tecnologias" são um tema vulgarmente falado, elas são, ao mesmo tempo, uma bandeira e uma dor de cabeça para o governo.
"Calar" um jornalista num determinado jornal não o faz perder o dom da "fala", antes pelo contrário, dá-lhe poder, que no mundo da internet é sinónimo de leitores garantidos.
Este foi, para já, um tiro no pé.
(Mário Crespo in Correio da Manhã)
Numa altura em que as "novas tecnologias" são um tema vulgarmente falado, elas são, ao mesmo tempo, uma bandeira e uma dor de cabeça para o governo.
"Calar" um jornalista num determinado jornal não o faz perder o dom da "fala", antes pelo contrário, dá-lhe poder, que no mundo da internet é sinónimo de leitores garantidos.
Este foi, para já, um tiro no pé.
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