«Não basta dar os passos que nos devem levar um dia ao objectivo, cada passo deve ser ele próprio um objectivo em si mesmo, ao mesmo tempo que nos leva para diante.»
Johann Goethe
Mostrar mensagens com a etiqueta Citação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Citação. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, novembro 26, 2010
segunda-feira, novembro 08, 2010
Argumentar para quê???
«Não há argumentos que bastem para a segurança de uma adesão. O último argumento somos nós. E esse é que é decisivo.»
sexta-feira, novembro 05, 2010
Necessidade ...
«Há uma espécie de reciprocidade entre a necessidade e o objecto que a satisfará. Não penso em beber; mas este copo ao meu alcance dá-me sede. Tenho sede e imagino o copo de água delicioso.»
quinta-feira, setembro 02, 2010
Dar e receber ...
«Se queres receber, deves primeiro dar: eis o início da inteligência»(Fonte: Tau-te-King, 36)
quinta-feira, agosto 19, 2010
Pensamento
«Não se larga um hábito arremessando-o pela janela, é preciso fazê-lo descer a escada degrau a degrau.»Mark Twain
terça-feira, agosto 10, 2010
Pensamento
«Não há nada no mundo que esteja melhor repartido do que a razão: toda a gente está convencida de que a tem de sobra»(Descartes)
sexta-feira, agosto 06, 2010
Pensamento
«Para que serve o arrependimento, se isso não muda nada do que se passou? O melhor arrependimento é, simplesmente, mudar.»(José Saramago)
terça-feira, maio 18, 2010
Quem conhece quem?
«Conhece-te a ti mesmo! — De que me há de servir?
Se a mim me conhecesse, desatava a fugir. [...] Com isto confesso que a grande tarefa — Conhece-te a ti mesmo! —, que soa tão importante, sempre me pareceu suspeita, como um ardil de padres secretamente coligados que quisessem perturbar o homem por meio de exigências inatingíveis e desviá-lo da actividade no mundo externo para uma falsa contemplação interior. [... ] Cada novo objecto, bem observado, abre em nós um novo órgão. Do máximo proveito nesse sentido são, porém, os nossos semelhantes, que têm a vantagem de nos compararem com o mundo a partir de seu próprio ponto de vista, e por isso atingem um melhor conhecimento de nós que nós mesmos podemos alcançar.»
(Johann Wolfgang von Goethe, in "Parábolas, Sentenças, Provérbios")
Podes tentar enganar-te a ti própria ... mas não me consegues enganar a mim.
Se a mim me conhecesse, desatava a fugir. [...] Com isto confesso que a grande tarefa — Conhece-te a ti mesmo! —, que soa tão importante, sempre me pareceu suspeita, como um ardil de padres secretamente coligados que quisessem perturbar o homem por meio de exigências inatingíveis e desviá-lo da actividade no mundo externo para uma falsa contemplação interior. [... ] Cada novo objecto, bem observado, abre em nós um novo órgão. Do máximo proveito nesse sentido são, porém, os nossos semelhantes, que têm a vantagem de nos compararem com o mundo a partir de seu próprio ponto de vista, e por isso atingem um melhor conhecimento de nós que nós mesmos podemos alcançar.»
(Johann Wolfgang von Goethe, in "Parábolas, Sentenças, Provérbios")
Podes tentar enganar-te a ti própria ... mas não me consegues enganar a mim.
Como eu concordo ...
«As Amizades Comuns
O que habitualmente chamamos amigos e amizades não são senão conhecimentos e familiaridades contraídos quer por alguma circunstância fortuita quer por um qualquer interesse, por meio dos quais as nossas almas se mantêm em contacto. Na amizade de que falo, as almas mesclam-se e fundem-se uma na noutra em união tão absoluta que elas apagam a sutura que as juntou, de sorte a não mais a encontrarem. Se me intimam a dizer porque o amava, sinto que só o posso exprimir respondendo: «Porque era ele; porque era eu».
(...) Não me venham meter ao mesmo nível essas outras amizades comuns! Conheço-as tão bem como qualquer outro, e até algumas das mais perfeitas do género, mas não aconselho ninguém a confundir as suas regras: laboraria num erro. Em tais amizades deve-se andar de rédeas na mão, com prudência e cautela - o nó não está atado de maneira que, acerca dele, não se tenha de nutrir alguma desconfiança. «Amai o vosso amigo», dizia Quílon, «como se algum dia tiverdes que o odiar; odiai-o como se tiverdes que o amar.» Este preceito, tão abominável se aplicada à soberana e superna amizade, é salutar a respeito das amizades comuns e habituais, em relação às quais se deve empregar este dito tão ao gosto de Aristóteles: «Ó amigos meus, não há nenhum amigo!»»
(Michel de Montaigne, in "Ensaios")
... com esta descrição da amizade.
O que habitualmente chamamos amigos e amizades não são senão conhecimentos e familiaridades contraídos quer por alguma circunstância fortuita quer por um qualquer interesse, por meio dos quais as nossas almas se mantêm em contacto. Na amizade de que falo, as almas mesclam-se e fundem-se uma na noutra em união tão absoluta que elas apagam a sutura que as juntou, de sorte a não mais a encontrarem. Se me intimam a dizer porque o amava, sinto que só o posso exprimir respondendo: «Porque era ele; porque era eu».
(...) Não me venham meter ao mesmo nível essas outras amizades comuns! Conheço-as tão bem como qualquer outro, e até algumas das mais perfeitas do género, mas não aconselho ninguém a confundir as suas regras: laboraria num erro. Em tais amizades deve-se andar de rédeas na mão, com prudência e cautela - o nó não está atado de maneira que, acerca dele, não se tenha de nutrir alguma desconfiança. «Amai o vosso amigo», dizia Quílon, «como se algum dia tiverdes que o odiar; odiai-o como se tiverdes que o amar.» Este preceito, tão abominável se aplicada à soberana e superna amizade, é salutar a respeito das amizades comuns e habituais, em relação às quais se deve empregar este dito tão ao gosto de Aristóteles: «Ó amigos meus, não há nenhum amigo!»»
(Michel de Montaigne, in "Ensaios")
... com esta descrição da amizade.
quinta-feira, novembro 26, 2009
Uma grande verdade ...
«No futebol o que conta são os resultados e não a formação académica. Esta, por si só, não garante a alguém que venha a ser um grande treinador de futebol. Se pode ajudar a fazer a diferença, se pode ajudar a projetar qualquer cidadão para um tipo de conhecimento superior? Obviamente sim. Mas a formação académica, sozinha, não faz treinadores.»
(Mourinho in Record)
Não é mais do que uma "verdade de la palisse" mas não deixa de ser uma grande verdade. Sempre se disse que um grande jogador não é necessáriamente um grande treinador ou que um excelente aluno também não tem de ser um excelente professor.
O que realmente importa é aquilo que cada um sabe fazer com o conhecimento que tem e a maneira como consegue que os outros apliquem o que lhes é ensinado.
Mas, sem dúvida, a maior verdade é a de que "no futebol o que conta são os resultados"
(Mourinho in Record)
Não é mais do que uma "verdade de la palisse" mas não deixa de ser uma grande verdade. Sempre se disse que um grande jogador não é necessáriamente um grande treinador ou que um excelente aluno também não tem de ser um excelente professor.
O que realmente importa é aquilo que cada um sabe fazer com o conhecimento que tem e a maneira como consegue que os outros apliquem o que lhes é ensinado.
Mas, sem dúvida, a maior verdade é a de que "no futebol o que conta são os resultados"
Subscrever:
Mensagens (Atom)