sexta-feira, maio 20, 2011

DIV

Divertido ... Diversificado ... Divergente ... Divinal ... Divorciado.

Sim, é uma realidade. Sou um membro do clube dos divorciados.

Curioso é que para quem foi quase obrigado a casar (já explico) entrar no clube dos divorciados até custou mais do que devia.

Nunca quis casar. Sempre manifestei essa minha vontade. O que aconteceu foi que para ter o que desejava (filhos) a pessoa que estava comigo na altura manifestou a vontade de casar. Como sempre achei que uma relação, e continuo a achar, deve ser construida sobre exigências e cedências, lá satisfiz a vontade e casei. O que é certo é que 10 meses depois de casar nasceu a minha princesa. 30 Março o dia mais feliz da minha vida.

6 anos depois de "colocar a corda no pescoço" eis que entro para o clube dos divorciados. Como costumo dizer, gosto de experimentar de tudo na vida, e o divórcio também é uma experiência. Calma, para as mentes mais perversas já disse que só depois dos 60 anos LOL

Tal como disse, o divórcio foi mais complicado do que inicialmente seria previsto, e, para dizer a verdade, ainda está a ser um processo de aprendizagem lento, onde me tento redescobrir, procurando o meio termo entre o jovem e o homem, ou seja, entre as saídas constantes e sem regras e o homem com compromissos e que se deve deitar cedo.

Olhando para as coisas até nem posso dizer mal da vida. O divórcio deu-me a liberdade de fazer o que quiser, tenho um tecto, o emprego vai-me dando o ganha-pão, os amigos continuam lá e pessoas novas vão aparecendo (e desaparecendo).

Não. Para quem possa pensar o divórcio não é um mar de rosas. Há muitos espinhos pelo meio, mas com o tempo vamos aprendendo a segurar a rosa sem nos picar-mos até se retirarem todos os espinhos que possam existir.

Esta vida não é para viver. É para se ir vivendo. Um dia de cada vez de forma a se aproveitar ao máximo a beleza daquilo que nos vai aparecendo pela frente.

Quando um dia te fecharem uma porta, abre logo uma janela e olha. Olha com atenção porque uma outra porta se está a abrir para ti.

2 comentários:

Anónimo disse...

Obrigado? Não. Sabias perfeitamente bem, desde sempre, que para seres pai dos meus filhos terias que casar. Não obriguei ninguem...Comentário da tua desnecessário.

Marco Ferreira disse...

Até vou abrir um precedente neste espaço para responder a um "anónimo".

Fazer comentários sem compreender o que está escrito é completamente desnecessário, para não utilizar outra expressão.

Vou transcrever aqui o que está escrito "Como sempre achei que uma relação, e continuo a achar, deve ser construida sobre exigências e cedências, lá satisfiz a vontade e casei"

Se não percebes então temos pena.