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quinta-feira, agosto 30, 2012

:)



Adoro esta colectânea de imagens e a mensagem que elas transmitem.

Vivam a vida intensamente.

quarta-feira, maio 09, 2012

Rita Pereira na Playboy?????



Onde???? Na playboy?????

Mas andam a brincar com isto?????

Do principio.
Seis dias depois de ter ouvido falar da noticia eis que chega o meu post alusivo a esta excelente lol (não há como ser sarcástico em escrita) publicação da vossa (porque não é minha) playboy (assim com letra pequena porque de grande esta publicação portuguesa não tem nada).

Depois de afastados os fantasmas de não pagamento em anteriores publicações eis que está de novo nas bancas a publicação que mais adeptos masculinos tem pelo mundo, quer pela sua excelência de artigos (sim porque esta revista é mais do que mulheres em nú artistico) quer pela sua excelência em mulheres nuas (sim porque esta revista não é só artigos).

Fora de Portugal está o factor prestigio. Ter as suas fotos publicadas na Playboy é, em alguns países, um prestigio para as mulheres fotografadas. Não aqui. Aqui em Portugal temos a mania de pensar pequeno.
Mas a Rita não pensou em pequeno. Penso em grande. E como pensou em grande vá de meter roupa ao barulho porque roupinhas pequenas só na praia.

Não sei onde andavam com a cabeça os editores desta revista portuguesa, tipica por ter homens a fazer capa (?????).
Facto: posar para a playboy é aparecer nua. Não é um nú pornografico, é um nu artistico, mas não deixa de ser nu.
Facto: quem não quer posar nua só tem de recusar. Não há cá espaço para imposições. É nu e mais nada.
Facto: para posar com roupa há por cá outras revistas, que, verdade seja dita, já tiveram publicações com mais nu do que esta.

Enfim. Podia andar para aqui a identificar uma série de factos mas não servia de nada. Vou esperar pelas publicações das revistas cor-de-rosa para ver a Rita, na praia, com menos roupa LOL

"Já cheguei a para o carro para ir fazer festas a um cão que estava a passar do outro lado da estrada" (Rita Pereira in Playboy)
Pois é Ritinha, parar o trânsito é coisa que esta revista não vai fazer, por mais beleza que tenhas.

sexta-feira, abril 27, 2012

Vendas por telefone

Durante todo o dia de ontem fui bombardeado, em várias horas do dia, com chamadas de um número não identificado para o telemóvel.
Como é minha prática comum, não atendo este tipo de chamadas.
Não porque deva alguma coisa, como já me perguntaram, mas porque se escondem a informação do número que chama é porque quem chama tem alguma coisa a esconder.

Ora já farto de ouvir o telefone a tocar, já no final do dia aceitei a chamada.

Eu: Estou.
Vendedor: Boa noite. Estou a falar com o Sr. marco Aurélio Ferreira?
Eu: Sim.
Vendedor: Fala ... (nem recordo o nome) do Barclays Card ...
Eu: (interrompi a conversa) Deixe-me poupar-lhe o seu tempo. Você que apresentar-me um produto, fazer-me uma oferta, vender-me qualquer coisa ... Não estou interessado.
Vendedor: Não está interessado porquê?
Eu: (penso sempre que alguém não percebe o significado da palavra NÃO) Não estou interessado porque não quero coisas que não estou à procura.
Vendedor: Mas este cartão não tem anuidade, só utiliza se quiser. É uma campanha que estão a fazer na sua área de residência (aqui estive tentado a perguntar qual a minha área de residência) e dentro da sua faixa etária, dos 21 ao 70 (LOL ainda bem que não perguntei nada)
Eu: De novo deixe-me poupar-lhe o seu tempo. Podia deixá-lo falar e no fim dizer o mesmo: não estou interessado. Mas assim você iria perder tempo, tempo que pode aproveitar para vender o seu produto a alguém que compre. Não estou interessado.
Vendedor: Muito boa noite então (pareceu-me algo cheteado nesta altura)

Eu entendo que as pessoas estão a trabalhar e que provavelmente ganham por cada venda que fazem. Também entendo que se não insistirem as pessoas não compram.
Mas quando telefonam para alguém que lhes diz logo à partida que não está interessado, deviam respeitar, dizer obrigado e boa noite e desligar.

Atitude teve o moço que me ligou a vender-me um qualquer pacote da TMN.
Outra vez já farto de ouvir o telefone a tocar com números não identificados lá atendi a chamada.

Eu: Estou.
Vendedor: Boa noite.
Eu: Boa noite.
Vendedor: Fala .... (nomes não é comigo) e estou a ligar da TMN. Temos um pacote ...
Eu: Deixe-me poupar-lhe o seu tempo ... Não estou interessado.
Vendedor: Posso ao menos dizer o valor?
Eu: Tem de dizer o valor?
Vendedor: Sim
Eu: Então diga.
Vendedor: O valor é de xx€. Obrigado e boa noite.

Para mim este individuo teve classe. Ouviu o cliente, percebeu que não iria vender nada, mas como tinha obrigação de dizer o valor lá disse o valor e desligou cordialmente a chamada.

Sei que os vendedores de produtos não lêm este espaço (será que alguém o faz LOL) mas vou deixar aqui um pedido:
Não me telefonem a vender nada. Eu não estou interessado.

Obrigado e Boa noite LOL

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

15 ...

15 ... anos, dias, o dia, horas, a hora, minutos, o minuto, segundos, o segundo ...

Quando tinhamos 15 anos tudo nos parecia de extremos. A vida era bela e sem preocupações, mas quando elas apareciam eram o fim do mundo.

Mas afinal que tipo de preocupações tinhamos com 15 anos? A escola, a escolha da marca de roupa que era "fashion", quem gostava de nós, quem nós gostavamos, que festa ir ...

Olhando agora para trás até parecem coisas banais. Será que são? Mudou assim tanto o nosso mundo desde a altura em que tinhamos 15 anos?

Sim e não.

Crescemos, namoramos (muito), casamos, temos filhos, divorciamo-nos, crescemos ...

Afinal as nossas preocupações mudaram um pouco, mas não assim tanto como queremos por vezes pensar. Afinal continuamos a crescer, a namorar, alguns voltam a casar, voltam a ter filhos, voltam a divorciar-se e voltam a crescer (é certo que o crescimento não afeta a todos da mesma maneira).

Os problemas, aqueles que tinhamos, voltam também. O trabalho, a escolha da marca de roupa que está "fashion" volta a ser uma preocupação, quem gosta de nós e quem é que nós gostamos volta a ser um problema pertinente, que festa ir, etc, etc.

Fazendo uma análise fria e metódica, o única problema que não tinhamos e que agora temos é como e quando pagar as contas (para quem as tem é claro, o que é o mesmo que dizer, para quem realmente cresceu). Na altura este era um problema que apesar de nos ser familiar (conhecido) não era nosso. Sabiamos que havia contas mas a preocupação de fazer render o dinheiro não era nosso. Agora é.

Alguns de nós são agora mais racionais. Conseguem entender que o mundo é redondo e que vivemos em sociedade. Conseguem perceber que o seu espaço, a sua liberdade termina no exato momento que começa a liberdade do vizinho. Conseguem perceber que nem tudo é branco e preto, que existem mais zonas cinzentas do que inicialmente se pensava. Somos afinal mais maduros.

Mas será que há algum problema em voltar a ter os problemas da adolescência?
Não. O problema está em não conseguir entender que já não somos adolescentes. Ter os mesmos problemas é normal, afinal essas são as pequenas questões da vida, as questões que nos fazem andar para a frente. O problema é ter os mesmos problemas e querer resolvê-los como se ainda tivessemos 15 anos, com a mesma linha de reciocínio (parva diga-se, porque todos os adolescentes são parvos).

Crescer e amadurecer não é ter problemas diferentes. É resolver de forma diferente os mesmos problemas.

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Exercício do exército

Ontem, quando fazia a habitual deslocação entre locais de trabalho, ao passar na aldeia de Santa Rita deparo-me com um cenário idêntico ao de um filme de guerra, mas daqueles antigos, da altura da 2ª grande guerra.
O cenário era tão surrealista que eu ainda comecei a procurar câmaras de filmar.

Depois de passar a aldeia de Santa Rita existe uma ponte,por cima da A22. Ao chegar a essa ponte dou de caras com alguns militares.
Junto a eles um cartaz que dizia “Check Point na ponte. Prepare I.D.”. Mesmo assim, com este misto de inglês e português.

Como é óbvio pensei logo que seria uma operação de fiscalização. Mas ninguém me mandou parar.

Em cima da ponte uma barricada. Mas uma barricada mesmo à filme. Uns paus cruzados, colocados estrategicamente na ponte para obrigar os carros e fazer uma gincana na sua deslocação. À entrada da ponte um soldado sentado no chão agarrado a uma metralhadora. No espaço da ponte vários soldados armados. No fim da ponte um outro soldado sentado agarrado a outra arma. Quando olhei para o monte à esquerda da ponte vi que havia outro soldado, com outra arma, como se fizesse o controlo da aproximação das viaturas à ponte.

A semelhança a uma cena de filme passava na minha cabeça a duzentos à hora.

Passei e ninguém me mandou parar. Apenas alguns militares levantaram a mão, como que a cumprimentar. Tipo um “Olá, obrigado por andares mais devagar. Vai lá á tua vida."

Durante o resto do percurso não pode de imaginar vários cenários, entre os quais uma passagem de alguém muito importante na A22 e os militares estavam a guardar a ponte. Um atentado a todas as pontes do A22. Um sem números se situações, todas elas hollywoodescas.

Quando efetuei a viagem de volta ia sempre pensando no que se estaria a passar na ponte. Não fiquei espantado quando verifiquei que o cenário ainda estava montado.

Foi com alguma tristeza, um misto de desilusão e de confirmação, que ao chegar de novo ao local e depois de parar o carro e abrir o vidro um dos militares diz: “Vá devagar que temos aqui uma espécie de barricada na ponte”.

Foi uma sensação de … “o quê???” …. “só isso????” … “é apenas um exercício????” … “não há atentados à ponte???...

Afinal era apenas e só um exercício.

Obrigado por terem estragado os meus cenários hollywoodescos.

Raios partam.

sexta-feira, maio 20, 2011

DIV

Divertido ... Diversificado ... Divergente ... Divinal ... Divorciado.

Sim, é uma realidade. Sou um membro do clube dos divorciados.

Curioso é que para quem foi quase obrigado a casar (já explico) entrar no clube dos divorciados até custou mais do que devia.

Nunca quis casar. Sempre manifestei essa minha vontade. O que aconteceu foi que para ter o que desejava (filhos) a pessoa que estava comigo na altura manifestou a vontade de casar. Como sempre achei que uma relação, e continuo a achar, deve ser construida sobre exigências e cedências, lá satisfiz a vontade e casei. O que é certo é que 10 meses depois de casar nasceu a minha princesa. 30 Março o dia mais feliz da minha vida.

6 anos depois de "colocar a corda no pescoço" eis que entro para o clube dos divorciados. Como costumo dizer, gosto de experimentar de tudo na vida, e o divórcio também é uma experiência. Calma, para as mentes mais perversas já disse que só depois dos 60 anos LOL

Tal como disse, o divórcio foi mais complicado do que inicialmente seria previsto, e, para dizer a verdade, ainda está a ser um processo de aprendizagem lento, onde me tento redescobrir, procurando o meio termo entre o jovem e o homem, ou seja, entre as saídas constantes e sem regras e o homem com compromissos e que se deve deitar cedo.

Olhando para as coisas até nem posso dizer mal da vida. O divórcio deu-me a liberdade de fazer o que quiser, tenho um tecto, o emprego vai-me dando o ganha-pão, os amigos continuam lá e pessoas novas vão aparecendo (e desaparecendo).

Não. Para quem possa pensar o divórcio não é um mar de rosas. Há muitos espinhos pelo meio, mas com o tempo vamos aprendendo a segurar a rosa sem nos picar-mos até se retirarem todos os espinhos que possam existir.

Esta vida não é para viver. É para se ir vivendo. Um dia de cada vez de forma a se aproveitar ao máximo a beleza daquilo que nos vai aparecendo pela frente.

Quando um dia te fecharem uma porta, abre logo uma janela e olha. Olha com atenção porque uma outra porta se está a abrir para ti.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Divagações ...

Há coisas que acontecem na nossa vida e nunca conseguimos ter uma razão lógica pelo seu acontecimento.

Por mais que pensemos nelas, e mesmo sabendo que temos culpa, ou alguma culpa, no seu acontecimento, nunca conseguimos saber ao certo onde é que essa culpa teve inicio.

Mesmo nas piores alturas temos de pensar que quando uma porta se fecha é porque em algum local uma outra porta se vai abrir.

Devemos sempre ter os olhos bem abertos para conseguirmos ver quando essa porta se abre.

sábado, janeiro 01, 2011

2011

Desejo a todos vocês um excelente ano de 2011.


Após uma paragem vou voltar a este meu espaço. Nos últimos dias do ano não andava com muita vontade de actualizar o blog, e nem os resultados positivos do FC Porto me faziam vir aqui. Há alturas assim.

Agora acho que está na hora de retornar à normalidade das coisas e este meu espaço está entre as coisas de prioridade máxima.

A todos vocês que de vez em quando por aqui passam desejos um excelente ano de 2011. Que as vossas melhores previsões, sejam daqui a um ano, aquilo que de pior vos aconteceu.

Façam o favor de serem felizes.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Não se esqueçam de que ...

... hoje há futebol.

Entre todas as coisas que vão animando esta sexta-feira é preciso não esquecer de que vai haver um jogo de futebol. E não é um jogo daqueles amigáveis, de preparação. É um jogo daqueles a doer, que interessa ganhar para que o apuramento ao europeu de 2012 comece a ser uma realidade o mais depressa posivel.

Mas o que anima esta sexta-feira?

Começando por aquilo que interessa menos (pelo menos a mim), hoje acontece o desfecho do caso Casa Pia. Ao fim de um par de anos e uns valentes milhares de euros gastos é hoje que chega ao fim o maior caso de pedófilia português. Parece-me que no fim vai haver justiça para uns e injustiça para outros lol.

Depois e ainda nos casos que interessam pouco temos a novela Queiroz. Para hoje temos as "bocas" entre Laurentino Dias e o selecionador nacional. Para evitar que algum destes intervenientes se coloque em bicos de pés devido à presença da FIFA em Portugal a mesma já anunciou que não quer ter nada a ver com o caso. Isso é d'homem.

E agora, falando do que interessa, temos o jogo de Portugal-Chipre. Uma equipa remendada, com muita gente nova, envolta num clima de suspeição acerca do seu lider, vai tentar vencer um Chipre que nunca ganhou à selecção nacional.
Uma derrota da selecção das quinas vai colocar na imprensa desportiva o titulo "Selecção orfã de lider", uma vitória vai ter como manchete "Selecção vence sem Queiroz".

Para um dia que é o final da semana que mais se podia pedir LOL

terça-feira, agosto 31, 2010

Acabou o Verão

Ou melhor dizendo acabou o mês de Agosto.

Acabaram-se as filas para se fazer seja o que for, a falta de lugares nos estacionamentos, as praias lotadas, os restaurantes cheios, os turistas sem paciência e exigentes e os preços altos.

Acabaram também as festas e os concertos, o sol vai acabando aos poucos e com ele o calor e a normalidade neste cantinho, que por vezes chega a parecer que nem é Portugal, vai voltar.

É Portugal e o Algarve. Onde vives? Em Lisboa, no Porto, em Coimbra, em Viseu. Para onde vais de férias? Para o Algarve.

É agradável receber a família que vem passar férias, e poder matar saudades, muitas vezes em redor de uma mesa bem recheada, numa conversa animada. É desagradável não poder passar mais tempo porque se tem de trabalhar. São contingências da profissão.

O verão trás muitas coisas boas, mas quem habita todo o ano neste paraíso de clima tropical, o verão trás também muitas coisas más.

Curioso é o facto de andarmos meio ano chorando pelo frio e depois quando chega o calor passarmos mais 2 meses a chorar pelo excesso de calor. Nunca sabemos bem o que queremos.

Gosto do Maio e do Junho onde o calor é agradável e dos turistas nem vê-los. Gosto do Setembro e até do Outubro exactamente pelo mesmo motivo. Não gosto do Agosto. Gostava quando era miúdo e passava todo o mês na ilha, gostava quando era eu o turista. Agora já não gosto.

Sei que para a região o Agosto é sinónimo de salvação. Sei disso. Mas como não sou comerciante e ainda tenho de pagar o mesmo que os turistas não me interesso disso para nada. Lembro-me da senhora da churrasqueira junto à antiga casa dizer: “Vizinho em Agosto o preço dos frangos aumenta”. E eu, que era cliente o ano todo, pagava o mesmo que os turistas.

Não fiquem muito tristes. Para o ano há mais, exactamente igual ao que foi este ano, apenas todos um ano mais velhos. Até lá, o Algarve é nosso, dos que por cá habitam, com todos os seus defeitos e todas as suas virtudes. Agora é a minha vez de curtir o Algarve.

sábado, agosto 21, 2010

quinta-feira, agosto 19, 2010

Hábitos ... que se perdem

19 - 3

Se fosse um resultado de hóquei era uma valente abada, assim, como não é, é simplesmente triste.

Também por este motivo parece que estou a voltar aos tempos de adolescente, onde ter "sorte" era mesmo uma sorte.

É tudo uma questão de hábito. Também aqui eu acabei de desistir.

domingo, agosto 15, 2010

Loucura ....

Ontem fui ao Manta Beach.

É verdade. E sou ainda eu que estou a escrever e não um qualquer clone meu colocado na terra por aliens.

Tal como disse numa outra altura. Não sei para onde vou apenas sei que tenho de ir, e como tal vou. Não sei para onde esse caminho me leva mas sei que tenho de o percorrer. Quando lá chegar logo vejo onde estou.

Voltando ao Manta. O espaço está muito bem conseguido, intercalando uma zona para se conversar com uma zona para dançar, tudo na praia usufruindo da aragem fresca do mar. Uma combinação excelente.

Ontem foi a festa dos anos 80, o que só por si já era suficiente para me convencer a sair de casa, aliando a esse factor todos os outros, tive mesmo de ir.

A noite esteve excelente e eu descobri uma coisa. Já não sou o moço novo que era quando dançava uma noite inteira e de manhã ainda tinha força para ... fazer outras coisas :)

Foi muito bom recordar as músicas que ouvia nas discotecas quando tinha 15 anos. Houvesse nas discotecas um pouco mais deste ritmo e um pouco menos daquela música "para a cabeça" e eu de certeza que saía muito mais.

Momentos para recordar :) O mais hilariante de todos. Quando uns jovens tiram das malas uns Caprisone e começam a beber em plena pista. Foi a risada geral e durante o resto da noite, momento sim momento não, lá se falava do Caprisone.

Noites alegres ... manhãs tristes. Estou a pagar agora pela diversão de ... à bocado. E amanhã já é dia de trabalho lol

sexta-feira, agosto 13, 2010

Quando a sexta é a 13

Hoje é sexta-feira, 13 de Agosto de 2010.

Podia, e por norma até é, uma sexta como tantas outras que existem durante o ano, mas como é dia 13 as coisas levam logo outra conotação.

Para uns é dia de azar, para outros é dia de sorte. Cada um escolha aquilo que mais lhe interessa e depois procura arranjar momentos/argumentos para justificar a sua escolha.

Para mim é apenas mais um dia. Com momentos de sorte e momentos de azar, tal como outro dia qualquer e/ou uma outra sexta qualquer. Senão vejamos.

Na madrugada de ontem deveria haver uma chuva de estrelas. Diziam que podia ocorrer a queda de 50 estrelas por hora, o que dava quase 2 estrelas por minuto. Nas grandes cidades seria mais dificl de ver mas não impossível. Como não vivo numa grande cidade fiquei, durante algum tempo, num local onde conseguia ver o céu e esperei ver a queda de algumas estrelas. Ao fim de algum tempo consegui ver uma (sorte) mas não mais do que isso (azar). Não ganhei um torcicolo de ficar a olhar para o céu (sorte) mas perdi algumas horas de sono por causa disso (azar).

Também na madrugada de hoje, e depois de alguns dias a pão e água, esperava ter sorte a "fazer o amor". Esperava porque a tão badalada "dor de cabeça" estava de serviço e tive azar. Aqui é apenas azar, não há nada de sorte, mas também para se ter azar nesta matéria não é preciso ser sexta-feira 13. LOL

No final do dia faço a conclusão do post :)

quinta-feira, agosto 05, 2010

quarta-feira, agosto 04, 2010

Quando ...

Pergunto-me se sabemos de antemão que o fim está a aproximar-se ou se apenas nos apercebemos que ele chegou quando está mesmo na frente dos nossos olhos.

Muitas são as vezes que tentamos adiar aquilo que é inadiável. Presumo que quando nos toca a nós temos dificuldade em ver aquilo que todos já viram à muito. É um optimismo ingénuo que temos, este de pensarmos que as coisas se vão resolver.

segunda-feira, agosto 02, 2010

Em divagações ... (deve ser do calor) lol

Não sei para onde vou, nem como lá chegar, apenas sei que vou.

E vou porque as contingências da vida assim me obrigam. Quer queiramos ou não somos condicionados por aquilo que nos rodeia, e temos apenas duas maneiras de lidar com isso. Ou aceitamos e nos resignamos aos acontecimentos do dia-a-dia, ou então tentamos fazer alguma coisa em relação a esses acontecimentos.

Não sou um indivíduo de criar batalhas onde elas não existem, mas também não sou indivíduo de virar as costas a uma batalha quando ela existe.
Sou por natureza despegado das coisas que não me dizem respeito, sou por vezes até despegado de algumas coisas que me dizem respeito, acho que não é um defeito, é uma virtude. A vida é demasiado curta para ser vivida preocupado com coisas que não necessitam de preocupação. A minha capacidade de abstracção é a minha concha, é aquilo que me protege.

Tal como o meu pai sempre diz “o homem é um animal de hábitos”. Eu sou assim. Gosto dos hábitos. É uma maneira de sentir que temos total controlo sobre a nossa vida. Mas o problema dos hábitos é que se criam e se destroem com uma facilidade incrível. Basta uma mudança não controlada na nossa vida para que tenhamos de alterar os hábitos. Uns são facilmente mudados outros são mais complicados, e para isto influência o tempo em que esse hábito já está enraizado.

Voltar a hábitos antigos sem mudança é um processo impossível. Não se podem voltar a ter hábitos que já se perderam sem que com isso aconteça uma mudança. No fundo não se podem querer ter os velhos hábitos e esperar que isso não implique uma mudança. É uma condição implícita.

É por isso que eu tenho de ir. Não sei para onde, nem como, apenas sei que tenho de ir. E como sei que tenho de ir … vou.